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Ninguagem
 


Prosa? - Parte I

Manuela sentiu uma fisgada nas duas mãos e coçava os dedos bruscocedosamente ao levantar a manga longa do twenset preto que usava, quando se acalmou um pouco mais. Andróginos andrajos dardejavam-lhe nos olhos lantejoulas em 35s, 69s, dragões chineses, “sexy girl” e outras msg’s impossíveis de se decifrar à noite que culminava nos pátios da feirinha de tambaú, o esparramar de gritos por todos os lados como se deus tremulasse o ruído de uma guitarra grito kurtcobain. Ela de testa suada e o cabelo carvalho um pouco assanhado parou na frente de um bar pincelado de verde, vermelho, entre malhas pretas, um cubículo de sons cardíacos, enquanto André estava lá tomando todas só pra tirar onda de independente e piscando o olho, falando alto, provavelmente esperando com um allstar azul pisando os calcanhares descontroladamente surgidos de uma calça jeans dessas desbotadas em frangalhos que o cara só usava com aquela camiseta preta no peito colada a sigla adidas. Que Manuela pensava demais naquelas roupas, no estilo seco sem peixe de André, todo ele. E resolveu entrar.



Escrito por Daniel Sampaio de Azevedo às 20h33
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