Luxo e Lixo
“... E, através das ruas mais frescas, eu ia pensando que este nosso magnífico século XIX se assemelharia um dia àquele Jasmineiro abandonado, e que outros homens, com a certeza mais pura do que é a Vida e a Felicidade, dariam como eu com o pé no lixo da supercivilidade, e, como eu, ririam alegremente da grande ilusão que findara, inútil e coberta de ferrugem”.
Eça de Queirós, Civilização.
Escrito por Daniel Sampaio de Azevedo às 22h10
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